quarta-feira, 6 de julho de 2011

MARY GIGLITTO

Conheci a Mary Giglitto em 1980, ao iniciar o convívio com um Portugal bem maior do que o imaginava - o da "diáspora". Na primeira das "viagens de descoberta" desse novo mundo, que me levou ao diálogo com as nossas comunidades da América do Norte, ninguém me impressionou tanto como ela. Na Califórnia fiz, logo, grandes e ilustres amigos, que ficariam para o resto da vida, mas, de facto, de entre eles, de entre os muitos Homens e as muito poucas Senhoras, que, então, influenciavam poderosamente a vida das comunidades portuguesas, Mary foi a que se tornou o mais formidável paradigma da "arte de viver Portugal" na lonjura do território. Ela ensinou-me, de uma forma muito concreta e evidente, que os portugueses de 2ª ou 3ª geração podem ser tão ou mais patriotas do que nós, os nascidos e criados dentro das fronteiras, e que sabem continuar, porventura melhor, e mais eficazmente, a história antiga, dando-lhe visibilidade, força actual e futuro.
Bem o exemplificava já o Festival Cabrilho de San Diego! Se o navegador Cabrilho aí conservava, indiscutível, a sua nacionalidade portuguesa e se as faustosas comemorações do feito da descoberta da Califórnia mantinham a dominante da sua terra de origem, era porque Mary, a líder, alma de toda a organização, não consentia, em nome de uma dinâmica comunidade, que outros se adiantassem e se apossassem da herança nossa...
História, cultura, comunidades portuguesas encontraram nela uma defensora, que não hesitava perante nada e sabia ganhar todas as batalhas, com as armas que cada ocasião reclamasse: diplomacia ou irreverência, confronto ou consenso... sempre com os argumentos da sua inteligência, sentido de humor, irradiante simpatia e capacidade de comunicação e, também, infinita energia e coragem. Uma Mulher pronta a avançar, rápida e fulgurantemente, em qualquer "missão impossível" - e a vencê-la.
Portugal foi a sua causa maior e não poderá esquecê-la. Mary Giglitto merece ser considerada como verdadeiro rosto feminino da nossa Diáspora!

Maria Manuela Aguiar

terça-feira, 5 de julho de 2011

Um convite da Venezuela

Cara Amiga Dra. Manuela Aguiar (ex-Deputada e ex-Secretaria de Estado)

Apoio de todo o coração este pedido do Sr. Dr. Cônsul Geral de Portugal em Valencia (na Venezuela), diplomata que aprendi a conhecer pouco a pouco e pelo qual estou convencido que merece toda a estima da comunidade, rede associativa e forças empresariais locais para o bom desempenho da sua missão.

Bem sei que a data do 10/06 não é melhor para a sua agenda de atividades republicanas e políticas. Mas acredite que a sua presença seria um reforço enorme ao trabalho desenvolvido muito discretamente por este diplomata português que silenciosamente tem a seu credito (e com apenas poucos dias de nomeação) a defesa de um cidadão português que o regime do Presidente Hugo Chávez queria expropriar seus terrenos. Foi este diplomata que, com a sua sabedoria da diplomacia discreta, conseguiu que a ação política tivesse um final feliz deixando nosso cidadão tranquilo.

Conheço a minha amiga Manuela desde há muito (com a Dra. Rita Gomes) e temos lutado em várias frentes no mesmo sentido. Só por esta situação de profissionalismo de alto nível, não me diga que passará ao lado de tão generoso convite que com a sua presença, confirmará o seu apoio como ex-SECP e legisladora pelas comunidades aos diplomatas que no mundo inteiro lutam pelos nossos cidadãos. O Sr. Dr. Cônsul Geral de Valencia é um dos casos merecedores do seu apoio presencial. Faço Fé que tenderá uma estima particular para este convite...

Se bem que apoio o referido convite de toda a minha amizade que consta para ambos, por outro lado a sua visita á Venezuela não seria coisa vã, pois cara amiga Dra. Manuel Aguiar poderíamos ponderar um encontro de amizade fraterna com mulheres dinâmicas que se agruparam numa instituição chamada “Academia da Espetada”. Isto poderia ser o inicio do núcleo venezuelano da associação internacional que V. Exa e a Dra Rita Gomes presidente, “Mulher Migrante”.

Relembre-se minha cara amiga as conferencias que organizamos em defesa de mulher emigrante e cuja sua participação é sempre um grande momento de ideologias. Relembre-se também que tenho, todavia uma divida consigo na organização de um congresso mundial da “Mulher Migrante” na Venezuela. Aproveitaríamos então para instalar as bases de discussão com a direção da Academia-Mãe da Espetada para um projeto de âmbito americano-latino em março 2012.

Estou bem consciente que a data não é fácil, mas realmente faço apelo à sua generosidade de política “globe-trotter”, desafiadora dos convites merecedores. E acredite em mim, Manuela, este cônsul geral merece!!

Um grande abraço para si e a Dra. Rita Gomes,
(bem lhe mandaria outra coisa, mas está um diplomata de alto nível na conversa e tenho que manter respeito!!! ahahahaha)

Seu humilde servidor de sempre,
Adé Caldeira


(PS: Junto o convite em formato JPEG)



From: A. C. T.
Sent: Wednesday, May 25, 2011 5:13 PM
To: manuela.aguiar@cm-espinho.pt
Cc: aguiarpereiraantonio@gmail.com ; rag@sapo.pt ; adecaldeira@radioarcoense.com
Subject: Consulado Geral de Portugal em Valência - Venezuela




Excelentíssima Senhora Doutora Manuela Aguiar,

Pretende este Consulado Geral de Portugal em Valência, na Venezuela, comemorar o Dia de Portugal com o brilho que o momento exige.
Vicissitudes diversas, de somenos importância no contexto presente, levaram este Consulado Geral, durante largos anos, a passar à margem do dia maior da Portugalidade. Dia esse que tanto enobrece os luso-descendentes de Malaca, Damão, Colónia do Sacramento ou Ajudá, como também os portugueses de Genebra, Bordéus, Joanesburgo, Buenos Aires, Otava e Díli. Valência não pode constituir uma excepção, neste contexto, pelo que foi decidido, não obstante os condicionalismos do tempo presente, celebrar tal dia com uma missa a ser presidida pelo arcebispo local, D. Reinaldo del Prette, co-celebrada por cinco sacerdotes luso-descendentes, ao que se seguirá a deposição de uma coroa de flores no busto de Simão Bolívar.
Ao fim do dia, entre as 19 e as 21 horas, será dada uma recepção nos jardins deste Consulado-Geral, para cerca de 250 convidados, englobando as forças vivas da sociedade valenciana e principais representantes da comunidade lusa, que contará com a actuação e uma violinista professional que interpretará peças de Carlos Seixas, Domingos Bomtempo, Bach, Vivaldi, Telemann, Corelli e Frescobaldi. Dois guitarristas também dedilharão acordes de fados tradicionais.
Face à importância do evento no concerto da sociedade local e, também, da comunidade portuguesa, que há muito necessitava de sentir-se motivada a marcar presença num evento desta natureza, permito-me convidar Vossa Excelência, Senhora Doutora Manuela Aguiar, a marcar presença, como convidada de honra, no mesmo.
Com efeito, a presença de Vossa Excelência não apenas dignificaria a recepção e honraria a comunidade lusa residente na área consular de Valência, simples mas laboriosa, como também cimentaria um elo entre o emigrante português e o seu representante em Terras de Santa Maria.
Vossa Excelência decidirá pelo melhor. Registe-se apenas, como síntese do que supra foi referenciado, de que uma presença neste dia tão especial, mesmo que fugaz, servirá de alento a uma comunidade que enfrenta crescentes problemas de insegurança e desconfiança face ao futuro.
Agradecendo a benevolência com que Vossa Excelência leu estas palavras, escritas com a alma e não com cálculo político, creia-me muito atentamente,

António José Chrystêllo Tavares
Cônsul Geral em Valência

Bem gostaria de ter aceite, mas os trabalhos como vereadora da Câmara Municipal, nas vésperas do pedido de renúncia (e ainda com muitos projectos a finalizar) tornaram impossível a viagem. Não esqueço o meu 1º 10 de Junho nas comunidades, justamente na Venezuela (em 1980). Outros se seguiriam, em Caracas, em Valência... Que saudades!
De: arcelina santiago [mailto:arcelinasantiago@gmail.com]
Enviada: sexta-feira, 4 de Março de 2011 23:15
Para: Manuela Aguiar
Assunto: Sobre o (des) concerto

Cara Amiga,
Muitos parabéns por mais uma tertúlia com a grande Maestro!
Foi um serão muito especial, eu diria mesmo sublime! A surpesa foi encantadora! UMa combinação perfeita da musicalidade tocada e cantada... Que voz aquela, a da Nádia! Adorei , particularmente o tema composto pelo Maestro, sobre a Edith Piaf!
Valeu a pena!
Muito obrigada pelos momentos tão deliciosos, plenos de sonoridade e expressividade tão harmoniosas !
Arcelina Santiago

O primeiro voto feminino em Portugal... Guião da Profª Arcelina Santiago, para a representação dos alunos da Escola Domingos Capela

Indicações cénicas
Local: Clube Estefânia
Horário: 10 horas
Mesa de voto da Assembleia eleitoral de S. Jorge de Arroios – mesa com urna
Total de Personagens
10 mulheres – (só vão 7) Associação de Propaganda Feminista
7 homens
mesa constituída por 2 homens ( Presidente e secretário)
Personagens:
Secretário da Mesa – Carlos ou o Rui Nunes
Senhor Constâncio de Oliveira - Rui Marques
Senhor Joaquim Beja - Diogo Oliveira
Homem 1 - Joel
Homem 2 e 3 e 4 – Hugo, Rui Nunes e Diogo Santos



Muitos homens chegam ao local. Enquanto aguardam, chegam as mulheres da Associação. da Propaganda Feminista e são muito bem recebidas. Todos as cumprimentam com ar muito cordial e simpático.
O secretário da mesa eleitoral anuncia:
Carlos / Rui - São agora 10 horas e esta Assembleia Eleitoral de S. Jorge de Arroios, que tem lugar no Clube Estefânia, irá proceder à 1º chamada de cidadãos eleitores. Dou a palavra ao Senhor Presidente da Assembleia Eleitoral, Sr. Constâncio Oliveira.
Constâncio de Oliveira faz a chamada para reconhecimento dos recenseados.
- Muito bom dia! Passo a fazer o reconhecimento dos presentes devidamente recenseados , a saber:
Sr. António de Sousa Santos Pais ( homem 1);
Sr. José Henriques de Menezes e Melo ( homem 2);
Sr. Joaquim Belo; ( Diogo Oliveira)
Sr. Apolinário de Jesus – falta
Sr. João Reis e Cunha ( homem 3)
Um a um, anunciam a sua presença com um presente e mostram o seu cartão, à excepção do Sr Apolinário de Jesus que falta à chamada. Depois, dirigem-se para a mesa de voto e exercem de imediato o seu direito de voto.
Seguidamente , os homens dirigem-se à mesma de voto e votam. Permanecem depois, no local seguindo o desenrolar dos acontecimentos.
Entretanto, com todos os homens e mulheres , em volta, curiosos, aproxima-se Carolina Beatriz Ângelo, dizendo:
- Exmo Senhor Presidente desta Assembleia Eleitoral eu sou Carolina …… médica, viúva de ……




Reúno assim todas as condições para votar.

O Presidente, perplexo, diz:
– Minha senhora, a lei não permite que uma mulher possa votar. Só o poderão fazer chefes de família ou os que souberem ler e escrever. Estamos a falar de homens…
Carolina Beatriz Ângelo responde convicta:
- Desculpe, Senhor Presidente, queira ler a sentença judicial que trago em minha posse. Pelo facto de me ter tornado chefe de família, sou letrada, posso então concluir que reúno todas as condições para poder exercer este direito, apenas prerrogativa dos homens.
( mostra o documento que tira da malinha).
O Presidente começa a ler o documento mas, de imediato, conclui:
- Peço desculpa , isto é deveras insólito. Tenho de consultar a mesa.
Começa um burburinho na assistência. De entre os homens , um homem, Joaquim Beja levanta a voz e diz:
- Será preciso isto? Não é um direito legítimo querer esta senhora votar? O artigo 64º diz “ nenhum cidadão recenseado e reconhecido como o próprio , poderá ser inibido de votar, excepto se aparecer em manifesto estado de embriaguez” . Assim sendo, não tem esta Assembleia competência para se intrometer naquilo que a lei determina . Daí, ser imprópria esta consulta à mesa.
Todos reagem , dizendo,
(Joel) - É verdade , não está correcta esta situação!.
( Hugo) – É incrível! Sujeitar esta senhor a tal situação!
Uma das mulheres da Associação aproxima-se de Joaquim Beja e pergunta :
( Tânia) -Pode dizer-me o seu nome, ilustre cavalheiro, defensor da nossa justa causa?
(Daniela) – Graças a Deus temos homens inteligentes e lúcidos em Portugal!
Enquanto os membros da mesa continuam a consultar os documentos, entusiasmado e indiferente à pergunta colocada pela senhora, o homem continua:
(Diogo) - Não é a nossa República sinónimo de liberdade e igualdade? Como poderemos ficar indiferentes quando ela discrimina as mulheres, tal como se verifica nesta Assembleia?
Outra mulher volta a perguntar-lhe:
(Inês) - Sendo membro da Associação da Propaganda das Mulheres , vejo na sua intervenção, um defensor da liberdade e igualdade. Sentimo-nos orgulhosas por saber que há homens solidários com a nossa causa, poder-nos-á fazer o favor de dizer o seu nome?
- Joaquim Beja.
Todas dizem:
(Daniela, Mariana, Tânia, Inês, Patrícia, Bárbara e Nazaré)
- Obrigada em nome de todas as mulheres sufragistas!
Todos os presentes replicam em conjunto ( homens):
- Muito bem!
Entretanto, o Presidente depois de ter estado envolvido na consulta da Lei com o secretário da Mesa, interrompe, dirigindo-se a Carolina Beatriz Ângelo:
- Minha Senhora, antes de mais, quero felicitá-la pela sua determinação na defesa de uma causa nobre. É este um acto de coragem e inteligência que a fez vir aqui , tornando-se a 1º mulher a votar em Portugal. È merecedora da nossa admiração!
- Viva! – dizem todos e batem palmas.
Carolina intervém:
- Muito obrigada, senhor Presidente por essas palavras tão elogiosas. Elas não são apenas para mim mas para todas as mulheres que represento. Prometo que as divulgarei junto das sufragistas de todo o mundo civilizado para que saibam que os mais inteligentes homens portugueses estão connosco, compartilhando do mesmo ideal.
(Todos batem palmas e logo de imediato ficam como que mudos e como estátuas).
( O narrador diz para terminar)
Foi este um acto corajoso de uma mulher notável - Carolina Beatriz Ângelo, .Este foi um grande passo para uma longa caminhada que estava ainda para ser trilhada, na conquista pelo direito ao voto por parte das mulheres. Foi longa a caminhada, só passados mais 20 anos e curiosamente, com o Estado Novo, (pelo decreto lei nº 19694 de 5 de Maio de 1931) em 1931, é que, pela 1º vez, na história política do país, as mulheres foram consideradas como eleitoras, mas em termos muito, muito limitativos. O sufrágio universal feminino só acontecerá com o 25 de Abril.
Hoje, homens e mulheres devem por isto tudo, reconhecimento a esta mulher a quem prestamos aqui uma simbólica homenagem - Carolina Beatriz Ângelo!
( Voltam a animar-se os intervenientes. Batem palmas e dizem vivas a Carolina Beatriz Ângelo)
( Ficam em cena enquanto a assistência bater palmas, retirando-se depois).

República- no Feminino...

De: arcelina santiago [mailto:arcelinasantiago@gmail.com]
Enviada: domingo, 3 de Outubro de 2010 23:00
Para: Manuela Aguiar
Assunto: Sobre a sessão de quinta -feira

Cara Amiga,
Sobre o serão de quinta-feira? Excelente! Excelente!
Parabéns! Planeou as iniciativas das comemorações do centenário da República, começando com uma homenagem às mulheres, através da conferência da Drª. Maria Barroso e continuou a homenageá-las, agora com um testemunho vivo de um rosto tão emblemático da nossa sociedade actual- a Drª Maria José Rita!
Gostaria depois, de fazer um comentário mais alongado sobre o momento que, felizmente, tive o privilégio de presenciar, mas deixo aqui apenas um breve apanhado.

Na verdade, foi cativante a simplicidade e genuinidade da ilustre palestrante que, na conferência, deu ênfase ao papel das mulheres na República e o muito que há ainda a fazer para que haja uma verdadeira equidade, provando que continua a ser a mulher atenta e próxima dos outros, característica que já nos tinha habituado enquanto primeira dama. O seu testemunho foi muito rico, desvendando aspectos da sua vida pessoal e social, reveladores de um humanismo marcante. Depois, à conversa com Margarida Pinto Correia completamos a imagem desta figura que para nós é uma referência. Enquanto primeira dama, desempenhou de forma extraordinária, um papel importante em defesa da causa pública, com autonomia, simplicidade, coerência e responsabilidade, segundo os princípios de proximidade com os outros. Como pessoa, dedicada à família e às grandes causas, como cidadã, atenta aos problemas da sociedade e ao serviço do voluntariado, prova-nos que é, seguramente, um dos rostos femininos que marcará a nossa história da República.

Os harmoniosos momentos de bailado e de musicalidade fizeram o enquadramento perfeito de uma serão feliz e inspirador...
Tal como referiu, inicialmente, amiga Manuela, que esta celebração dos cem anos da República, mais do recordar o passado, seja a projecção de um futuro promissor. Que ele seja inspirado nos valores patentes no testemunho de Maria José Rita. E que belo testemunho para homenagear as mulheres da República!!!

Abraço,
Arcelina Santiago

Dia da comunidade LUSO-BRASILEIRA vai ser comemorado em Espinho. Para já, aqui fica um poema, que nos chega de São Paulo

ACHAMENTO do BRASIL

DO NASCIMENTO TEMOS CERTIDÃO
DA CONSTRUÇÃO TEMOS O PROJETO
DA CRIAÇÃO, O FILHO E O NETO
OS OBREIROS DA SUA CONSTRUÇÃO

PRIMEIRO PERO VAZ DE CAMINHA
DEPOIS COLONOS E EMIGRANTES
SEGUIDOS POR MUITOS BANDEIRANTES
HEROIS DE PENDÃO E CALDEIRINHA


COM CULTURA, LÍNGUA E TUDO MAIS
NESTAS PERIGOSAS ZONAS TROPICAIS
ERGUEU_SE UM PAIS CONTINENTE

PROVANDO AO MUNDO O GRANDE VALOR


DE UM POVO OUSADO E DESBRAVADOR


DESTE PORTUGAL E SUA GENTE

Com um abraço do JVerdasca

Notícias de Buenos Aires

Amigos quiero transmitirles mi orgullo de ser Portuguesa, ayer Avda. de Mayo se vistió de Fiesta, mostrando lo que somos nosotros, con nuestra Música, Canto, Bailes etc. a los que no son Portugueses, quiero mostrarle la nota que salió hoy en Clarín un orgullo para todos.
Además felicitar a las Autoridades por el apoyo incondicional que dieron a Bs. As. Celebra Portugal, para los que no fueron ....no se lo pierda el año que viene.
Agradezco a Martín de Oliveira por la información .
Besitos para todos
Natália